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Câncer de Pele: O tumor mais frequente no Brasil e os cuidados redobrados no verão.

Fevereiro, 2026 Artigos

O Câncer de Pele corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no Brasil. Com a chegada do verão e o aumento da incidência dos raios ultravioleta, o risco de desenvolvimento da doença cresce, exigindo atenção não apenas estética, mas principalmente de saúde preventiva.

A médica Kamilla Nunes, cirurgiã de cabeça e pescoço e especialista em cirurgia de Mohs da NICAP, explica que a exposição solar excessiva e sem proteção é o principal fator de risco. Durante a estação mais quente do ano, a radiação UVB, responsável pelas queimaduras e vermelhidão, torna-se mais intensa, penetrando superficialmente na pele e causando danos diretos às células.

O principal sinal de alerta da doença é o surgimento de manchas que coçam, descamam ou sangram e que não cicatrizam, além de pintas que mudam de tamanho, forma ou cor. Muitas vezes, o paciente confunde uma lesão inicial com uma simples “ferida” ou mancha de idade, retardando o diagnóstico.

“O grande perigo do câncer de pele é que o dano solar é cumulativo. A exposição desprotegida que ocorre na juventude ou aqueles episódios de ‘insolação’ no verão podem cobrar o preço anos depois, em forma de lesões malignas”, alerta a especialista.

O principal sinal de alerta da doença é o surgimento de manchas que coçam, descamam ou sangram e que não cicatrizam, além de pintas que mudam de tamanho, forma ou cor. Muitas vezes, o paciente confunde uma lesão inicial com uma simples “ferida” ou mancha de idade, retardando o diagnóstico.

Prevenção e Tratamento

A melhor forma de combater a doença, segundo a médica, é a prevenção ativa. Isso inclui o uso diário de filtro solar com FPS acima de 30 (mesmo em dias nublados), o uso de barreiras físicas como chapéus e óculos escuros, e evitar a exposição direta ao sol entre 10h e 16h.

Quando diagnosticado precocemente, o câncer de pele tem altos índices de cura. O tratamento varia conforme o tipo e o estágio do tumor. Nos casos iniciais, procedimentos minimamente invasivos podem resolver. Já em quadros mais avançados, a indicação é a cirurgia para a retirada completa da lesão e das margens de segurança, podendo exigir reconstrução da área afetada para garantir um bom resultado estético e funcional.

A recomendação é que, ao notar qualquer alteração na pele ou sinal suspeito, o paciente procure imediatamente um médico especialista para uma avaliação precisa.

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